sexta-feira, 22 de julho de 2011

Alô alô, Sorocaba: 4/8 no Objetivo, 19h, e 6/8 no Fruto Amarelo, 16:30h


4 agosto 2011 19h
OBJETIVO Unidade Portal
Rua Romeu do Nascimento 777 ~ Portal da Colina
O foco da palestra é a alimentação que ajuda, ou atrapalha, o funcionamento da pessoa como um todo, seja ela adulta, criança ou idosa. Com a enorme variedade de alimentos disponíveis atualmente no mercado, a dificuldade é escolher bem. O objetivo é clarear a questão da escolha e oferecer critérios que qualquer um possa aplicar, naturalmente, na hora de fazer a comida ou o prato.


6 agosto 2011 16h30 
FRUTO AMARELO Armazém natural
R. Sen. Vergueiro, 46 - Jardim Vergueiro
Inscrições gratuitas pelo telefone: 15 3212-3704

Panorama da alimentação contemporânea | linhas alimentares & estilo de vida | o problema com as dietas | critérios para escolher e preparar a comida

Venda de livros e autógrafos após as palestras.

domingo, 17 de julho de 2011

Agrotóxicos: Silvio Tendler & caderno de formação

A Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e Pela Vida lança em 25 de julho, no teatro Oi Casa Grande, o filme “O veneno está na mesa”, novo documentário de Silvio Tendler. Após a exibição haverá debate com participação do diretor e de Letícia Rodrigues da Silva, da ANVISA.

Por sua vez, a Campanha acaba de publicar seu primeiro caderno de formação. O caderno apresenta um material de subsídio sobre os efeitos dos agrotóxicos na agricultura, na saúde humana e no meio ambiente. Download aqui. O prefácio foi escrito por Jean Pierre Leroy, assessor da Fase e membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental. Abaixo, um trecho:
(...) O fato é que estamos vivendo num mundo impregnado e saturado de produtos químicos, em particular de agrotóxicos, e que isso raramente aparece como uma preocupação da sociedade. Quando um trabalhador rural é atingido, se diz que não usou os equipamentos de proteção, que não seguiu as normas de uso, ou que fez mau uso do produto, colocando doses exageradas ou aplicando fora do momento previsto.

Isso acontece, é verdade, mas acusá-los é inverter a responsabilidade: empresas produtoras e vendedoras e poder público devem fornecer o acesso à informação qualificada, não somente colar bulas nos frascos e nos galões. O problema é que as indústrias não têm nenhum interesse em informar, não só o trabalhador, mas também o vizinho da fábrica e o consumidor dos alimentos sobre os reais perigos dos seus produtos. E mais, elas não querem saber desses perigos potenciais, que poderiam colocar em risco seus lucros. Não promovem pesquisas independentes e chegam mesmo a atacar e desmoralizar pesquisas que questionam seus produtos.

O que levou a essa situação? Aponto aqui três fatores interligados: o modelo de agricultura, a confiança desmedida no progresso tecnológico e o domínio das grandes empresas. O modelo de agricultura dominante é oriundo do que se convencionou chamar de “Revolução Verde”, implementada a partir da segunda metade do século XX para incrementar a agricultura nos países ditos então subdesenvolvidos. A Revolução Verde está calcada no uso combinado de variedades (sementes e matrizes) de alto rendimento, de adubos e produtos fitossanitários (os agrotóxicos) e na irrigação intensiva. Ela facilitou o crescimento da grande propriedade e, com ela, o uso de maquinário pesado. Com ela, efetivamente, aumentou enormemente a produção de alimentos, embora a fome continue, já que a alimentação se tornou uma mercadoria inacessível para muitos.

Nota-se que os agrotóxicos fazem parte de um pacote. Se quisermos questioná-los, é preciso questionar o pacote inteiro. A Revolução Verde suscitou o entusiasmo dos pesquisadores que se empenharam para que a produção alimentar subisse, apoiada em muitas inovações tecnológicas. Ela não nasceu de um dia para o outro; tem a sua origem no processo de industrialização do mundo ocidental que se desenvolveu desde o início do século XIX. As ciências conheceram um enorme progresso e as aplicações das suas descobertas se multiplicaram. As duas guerras mundiais tiveram seu papel nisso, com o uso de gases mortíferos desenvolvidos pelas indústrias químicas e do DDT, para evitar que os soldados fossem vítimas da malária.
Os cientistas que criaram o DDT achavam que estavam dando uma grande contribuição à humanidade. A sua confiança na ciência e na tecnologia era total. Hoje também há cientistas e técnicos que acreditam sem restrição que as sementes transgênicas são a melhor solução. Eles ignoram o princípio de precaução, que reza que certas ações humanas podem ter consequências graves para o futuro e em lugares distantes do local onde estão sendo efetivadas. Agrotóxicos podem prejudicar a saúde de um ser humano que ainda não nasceu, porque sua mãe foi contaminada.
 PS - Obrigada, Carol! 

Probióticos 1: Conservas de leite no blog da Candidíase

Deu tempo e coloquei lá no blog da Candidíase um bom trecho sobre conservas de leite, com receitas de coalhada, iogurte e queijinho caseiro, se possível com leite cru - mas o pasteurizado também funciona.

Já já coloco também o que tenho sobre conservas de vegetais.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Festa vegetariana: Nova edição ampliada & compra em grupo com a Carol Daemon


 Oi Sonia,

existe um livro chamado "Festa Vegetariana", eu tenho a primeira edição e agora, estão lançando a segunda.

A Raquel Ribeiro, que escreveu a postagem do teu blog sobre os cosméticos caseiros (onde estou citada), fez a edição e publicou algumas receitas minhas entre 140 receitas veganas de vários chefs, nutricionistas e autodidatas.

Tive o maior cuidado em não colocar farinha branca, açúcar, margarina e tofus, o grande risco nas receitas veganas.

Me ative ao básico: vegetais, grãos integrais, cereais, azeite, melado e muitas frutas e leite de coco caseiro.

Agora, o livro precisa ser vendido; para quem compra a unidade sai a R$20,00. Levando um lote de 50 livros, o custo cai para R$10,00 por livro.

Estou tentando fechar um lote no meu blog e gostaria de contar com seu apoio para divulgar:
http://caroldaemon.blogspot.com/2011/07/me-convidaram-para-festa.html

Quero te dar um exemplar, cada colaboradora é definida por um textinho, no meu está "discípula fiel de Sonia Hirsch".
Só te peço mesmo para divulgar, vou ficar chateada se mexer no bolso.

Beijos e obrigada sempre,

Carol

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Óleo virgem de coco: Enfim potes!

Valeram o bom humor do William e da turma do blog em busca de mais conforto na hora de usar o óleo do Dr. Orgânico: estão sendo lançados justamente esta semana os potes de vidro de boca larga, de onde se tira o óleo solidificado (abaixo de +-25oC) com uma espátula. Em três tamanhos bem práticos. Continua sendo o mesmo óleo importado das Filipinas, produto de confecção caseira, ganha-pão de muitas famílias, que até agora não decepcionou. Que continue assim, e que venda muito para baratear o preço ;-)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

HDK: Medicina tradicional japonesa para limpar os intestinos


Bons produtos merecem destaque. Este, apesar do preço aparentemente salgado, pode ajudar muita gente e o custo se transforma em benefício. O texto abaixo explica por que. É uma reprodução das informações do vendedor, mas o vendedor é um dos mais respeitados centros terapêuticos do país, dirigido pelo meu velho amigo e mentor macrô, o mestre Fernando Montoto. Por isso assino embaixo.


"Enfermidades sérias começam nos intestinos"! "Mais de 65 problemas de saúde podem ser causados por um cólon enfermo." Royal Society of Medicine

O HDK é um suplemento fitoterápico que limpa o intestino, purifica o sangue e fortalece a imunidade.
Este suplemento é um tesouro da Medicina Tradicional Japonesa, é produzido no Japão há mais de 450 anos, inicialmente pelos monges, e hoje em dia continua sendo produzido com ervas naturais.

O intestino deve funcionar no mínimo uma vez ao dia, podendo funcionar mais vezes, conforme a quantidade de alimentos que ingerimos. Mais de 60% do nosso corpo é composto de líquidos e é no intestino grosso que absorvemos grande parte desse líquido. Quando não temos uma boa eliminação, as fezes antigas retidas no intestino liberam toxinas que, juntamente com o líquido necessário para o organismo, serão absorvidas, intoxicando assim, todo o nosso organismo.

O HDK gradualmente dissolve o "shokuben", que são fezes fossilizadas, endurecidas e acumuladas no intestino durante anos, limpando assim o intestino e o sangue que forma e nutre nosso organismo.

Indicações: intestino preso, refluxo, flatulência, má digestão, retenção de líquidos, colesterol alto, alergias de pele, acne, baixa de energia e baixa da libido, melhora a concentração e memória, sintomas da menopausa, celulite, aumento de peso, queda de cabelo, ameniza os efeitos colaterais da quimioterapia, dores de cabeça, ajuda no tratamento e inibição da formação de cálculo renal e pedras na vesícula, desintoxicação do organismo ou simplesmente para manter-se saudável.

Ingredientes naturais: Rhubarb, Aloe, Pharbitis Seed, Rose Fruit Extract, Similax Rhizome Extract, Glycirrhiza.

Este suplemento fitoterápico não visa substituir o tratamento médico e sim complementá-lo.

Compre com exclusividade na Loja Virtual Okido: http://loja.okido.com.br/suplementos-naturais.html

domingo, 3 de julho de 2011

Soluções pra lá de criativas: William e o óleo virgem de coco no frio

Anônimo disse...
    Comprei a garrafa 500ml do Dr.organico em Copacabana. Que dureza conseguir colocar um pouco de óleo na colher de sopa! Descobri um jeito! Se vc deitar na cama pra ler um livro, por exemplo, coloque a garrafa junto ao seu corpo. O óleo vira líquido outra vez. Bem, se eles não mudarem a embalagem, vou passar a dormir abraçado na garrafa pra tomar uma colher pela manhã !!! William - RJ -

    02/07/11 16:40
Sonia Hirsch disse...
    hahaha, William, essa é ótima! Posso postar? Também não aguento mais essa embalagem do dr orgânico e deve ter um monte de gente na mesma situação. A sua ideia é original, engraçada e inesperada! Um abraço!

    02/07/11 17:14
Anônimo disse...
    Pode postar, claro! Deu certo. Apesar do friozinho que tem feito a noite aqui na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, o óleo de coco ficou líquido depois que eu coloquei ele embaixo de um travesseiro sobre a barriga e fiquei a navegar pelo seu Blog. Ficou totalmente líquido e, nesse estado eu vi a praticidade da garrafa com conta gotas. Depois eu envolvi a garrafa em um pano de prato atoalhado e deixei deitado em um armário de madeira na cozinha. Hoje de manhã ele estava totalmente líquido. Acho que se esfriar mais eu vou guardar a garrafa assim, enrolada no pano, dentro do forno (sem estar quente) com temperatura normal. Depois te conto. Ando pensando em umas coisas... vc já escreveu sobre café? Faz bem ou não? E substituir o desodorante por leite de magnésia Phillips - não é uma boa? Foi um dentista que mora em Teresópolis e tem consultório aqui na Ilha, quem me deu essa idéia. Ele já é um senhor com uma certa idade... e sabia disso. Eu nunca tinha ouvido falar. Comprei o leite de magnésia e estou usando. Deu certo. Não sei se é agressivo ao organismo. Bem, são dois tópicos sobre os quais vc pode pesquisar/escrever. Muita paz, saúde e felicidade pra vc. Qualquer hora dessas vou subir a Petrópolis pra curtir o friozinho! Amo as montanhas! William

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Agrotóxicos & câncer: Relação assumida nos EUA

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POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS
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De: boletim@aspta.org.br
Painel sobre Câncer do Presidente dos EUA: evidências sobre contaminantes provenientes da agricultura
 
Car@s Amig@s,
No Boletim 543 relatamos parte das conclusões do Painel sobre Câncer do Presidente dos EUA (espécie de Conselho para assessorar o Presidente da República), que entre setembro de 2008 e janeiro de 2009 convocou quatro encontros para avaliar o estado atual da pesquisa, política e programas sobre o câncer provocado por fatores ambientais. O relatório sintetizando as conclusões do Painel foi publicado em abril de 2010.
Para concluir o relato, reproduzimos neste Boletim as principais conclusões do documento com relação aos contaminantes químicos provenientes da agricultura e uma síntese das recomendações apresentadas ao presidente da república dos EUA:
Contaminantes provenientes da agricultura 
O relatório menciona que “a população dos EUA inteira é diariamente exposta a numerosos químicos agrícolas, muitos dos quais são suspeitos ou conhecidos por provocar câncer ou desregulação endócrina. Muitos dos solventes, aditivos e outros químicos classificados como ingredientes inertes nos rótulos de agrotóxicos são também tóxicos, mas não se exige que sejam testados por seu potencial de provocar doenças crônicas como o câncer”.
O documento menciona ainda que fertilizantes (adubos) químicos e medicamentos veterinários (como os antibióticos e promotores de crescimento) são grandes responsáveis pela poluição da água -- os processos químicos da sua transformação resultam na formação de derivados tóxicos, muitos dos quais cancerígenos, que contaminam as águas de abastecimento.
Segundo o relatório, os agricultores e suas famílias, incluindo os trabalhadores temporários na agricultura, são os que estão expostos aos maiores riscos causados por substâncias cancerígenas. O texto observa ainda que o fato dos agrotóxicos serem comumente aplicados em misturas torna difícil a observação clara dos riscos de câncer associados a substâncias específicas.
Dados de estudos citados no relatório mostram que as taxas de leucemia são consideravelmente mais elevadas entre crianças que crescem em propriedades rurais, entre crianças cujos pais usam agrotóxicos em suas casas ou jardins, e entre filhos de aplicadores de agrotóxicos.
Entre outras descobertas apresentadas, o relatório observa que, embora a incidência de câncer entre agricultores e aplicadores de agrotóxicos não seja maior do que em outros grupos de pessoas estudadas, há um aumento de risco para cânceres específicos. Agricultores e aplicadores de agrotóxicos têm significativamente mais risco de desenvolver câncer de próstata, enquanto suas esposas têm uma incidência significativamente maior de melanoma (um câncer de pele altamente letal). As mulheres aplicadoras de agrotóxicos têm incidência significativamente mais alta de câncer de ovário. Ainda segundo os estudos apresentados, agricultores expostos a agrotóxicos, aplicadores de venenos e pilotos de aviões de pulverização, bem como trabalhadores em fábricas de agrotóxicos, apresentam taxas mais elevadas de câncer d e próstata, melanoma, outros cânceres de pele e câncer de lábio.
O documento cita ainda que a exposição aos 1.400 agrotóxicos aprovados nos EUA está relacionada a cânceres no cérebro/sistema nervoso central, mama, colo, pulmão, ovário (em esposas de trabalhadores rurais), pâncreas, rim, testículos e estômago, assim como linfoma hodgkin e não hodgkin, mieloma múltiplo e sarcoma de partes moles (câncer que pode afetar ossos, cartilagem, gordura, músculos, vasos sanguíneos e tecido conjuntivo ou de suporte).
Mais especificamente, aproximadamente 40 químicos classificados pela Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) como conhecidos, prováveis ou possíveis carcinogênicos humanos são usados em agrotóxicos registrados nos EUA. Alguns destes químicos são utilizados em vários agrotóxicos diferentes.
Um dos exemplos citados neste caso foi o do inseticida Atrazina. Este ingrediente ativo já mostrou afetar o desenvolvimento de glândulas mamárias de animais de laboratório, sendo que algumas descobertas sugerem a existência de efeitos multigeracionais. E os poucos estudos já realizados sobre a carcinogenicidade humana da atrazina foram inconclusivos.
No Brasil esta substância é amplamente usada na agricultura: há, atualmente, 40 agrotóxicos a base de atrazina registrados pelo Ministério da Agricultura.
Recomendações
O relatório afirma que as exposições ambientais que aumentam a incidência de câncer nos EUA não representam um novo front na guerra contra o câncer, entretanto, os graves danos provenientes deste grupo de carcinogênicos não foram até agora avaliados adequadamente pelo Programa Nacional de Câncer. Neste sentido, o Painel clama para que o Presidente use o poder de seu gabinete para remover da comida, da água e do ar os carcinogênicos e outras toxinas que, desnecessariamente, aumentam os custos com tratamentos de saúde, mutilam a capacidade produtiva do país e devastam vidas.
Leia na íntegra, em inglês, o relatório:
Reducing Environmental Cancer Risk - What We Can do Now 2008-2009 Annual Report / The President’s Cancer Panel, April 2010 - U.S. National Cancer Institute / National Institutes of Health / Department of Heath and Human Services