terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sempre um gato, ou dois: com muuuito sono

21 comentários:

Livia Luzete disse...

Que foto mais gostosa! Dá até sono,dá vontade de entrar nesse balaio!..rsrsr

Susana disse...

Tai Chi i Bilili, que delícia! Uns fofos esses bichanos.

Carô disse...

Baita saudade que dá, deles e da dona deles :)!
Beijos

estela disse...

Sônia, que foooofos! Curiosidade: o que eles comem, você dá ração industrializada? Acabei de colocar um post sobre isso no blog do adoteumgato. Cada vez mais me convenço que tem que dar comida natural - qual sua opinião?

Sonia Hirsch disse...

Oi, Estela, sempre dei sardinha fresca ou outro peixe pra eles, todo dia, além da ração, que há muito anos é a Fit, da Royal. Daria comida feita em casa se pudesse mudar os hábitos deles, mas não consigo; o fofo maior, Taichi, está com 17 anos, e Bilili com 16. Procuro compensar oferecendo proteína natural de boa qualidade. Tem dado certo. Nunca tiveram uma dor de barriga ou qualquer quadro de doença, graças a Deus.

estela disse...

oi Sônia! Engraçado, meu vet (que é de Santos) diz que gatos de cidade de mar comem peixe sem problemas, os daqui do interior não. Esse fds dei sashimi pros meus, eles viraram a cara! Acho que vou tentar complementar sim, fazer comidinha natural é trabalhoso demais. Só preciso escolher que tipo de carne vou dar. Eles também comem a Royal. E que legal que o Taichi e o Bilili estão tão bem e vivando tanto, parabéns mesmo!

Sonia Hirsch disse...

Oi, Estela, acho que nas cidades de mar o peixe é mais fresco... ;-) Mudamos para a serra e não tinha como dar peixe, dei um pouco de tudo, depois achei um criador de tilápias que me vende as cabeças com um tanto de carne, fervo, faço o caldo, eles gostam. Mas fico grilada porque as tilápias comem ração. Enfim, nada é ferpeito, né não? Beijos meus e ronrons do Taichi e da Bilili =^^=

Circe disse...

São liiiiiiiindos!
Eu AMO os gatos, são a minha vida, meus amores e fico sempre muito feliz quando vejo quem os ama...
Vou aproveitar este comentário pra deixar o meu 'obrigado'!
Adoro seus livros, lembro do primeiro que eu li: "O melhor da festa", e de receitas que faço ainda hoje.
Você influenciou a minha vida de uma forma muito positiva, através do questionamento, e das tuas concepções alimentares. Fez com que eu questionasse a alimentação dos 'podri'foods e já aos 13, 14 anos, levasse pra escola pão integral com pastinha de beringela e chá, enquanto todos comiam coxinhas e refrigerantes. Hoje sou um exemplo de alguém que é o que come: saudável.
Te agradeço imensamente pela iniciativa de ter começado a escrever e te peço: não pare!
Seus livros são uma delícia e um incentivo, uma alegria para quem os lê!
Um grande abraço,
com carinho,
Circe

Sonia Hirsch disse...

Oi, Circe, bem-vinda! E pode ficar tranquila que não vou parar não, escrevo logo existo. Beijos pra você e ronrons pros gatos! =^^=

Ana Corina disse...

Dá uma olhadinha, querida... Acho que vais gostar: http://www.maedecachorro.com.br/2009/10/yammy-coisa-gostosa.html

;-)

Sonia Hirsch disse...

Ana Corina, seu presente não poderia ter vindo em melhor hora, me fez rir enquanto o coração chora por dentro. Bilili se foi esta noite, com 16 anos e meio, minha gatinha caçula que nasceu na gaveta da cômoda e que embalei até morrer. Agora Taichi ficou sozinho - e entrou na fila para caçar lagartixas nas nuvens. Gato vem, gato vai. Gato vem é ótimo, gato vai é muito triste. Ainda bem que depoisvem gato de novo fazendo iam, iam, iaaam... Obrigada mesmo, um beijo! =^^=

Mãe de Cachorro disse...

ô minha amiga, eu só vi tua resposta agora, jesus, meses depois... e sinto muitíssimo a tua dor, não por amar tanto estes peludos maravilhosos que compartilham as vidas conosco, mas porque ano passado, pouco antes e pouco depois da tua Bilili partir dois dos meus filhos caninos também se foram... Moira em 31 de agosto e Sushi em 19 de dezembro. E mesmo meses depois dói e incomoda como se fosse ontem... beijos em penca (te imitando total!) e falamos por e-mail.

Mãe de Cachorro disse...

vou passar a pedir ao blogger q me avise das respostas nos posts em que eu comentar, assim ñ me perco. bj.

Sonia Hirsch disse...

Oi, querida, obrigada pela força. A tristeza passou no devido tempo. E agora curto o Taichi sempre como se fosse o último dia, amando tudo o que posso.

Agora ficou mais fácil seguir o blog, com este novo sistema de postar que permite pedir os comentários por email. E comentar a partid do próprio email recebido.

Carinho sempre, ronrons e arf-arfs!

Ana Corina disse...

Pois é... A minha não passa... Claro que não é mais aquela depressão terrível dos primeiros dias e semanas, mas é uma dor ainda muito forte. Mas você foi uma abençoada, 16 anos ao lado de um peludo é um tempo que muitos não têm a chance de experimentar. Eu mesma nunca tive esta felicidade, o máximo foram 11 anos de um cão de rua que já chegou adulto na família (meu primeiro amor canino). A Moira e o Sushi partiram ambos com 6 anos... É muito cedo... :-(

Sonia Hirsch disse...

Oi, Ana Corina, gosto da ideia budista de que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. Acho que porque as gatinhas morreram em casa e acompanhei todo o processo, primeiro Taichinha, depois Bilili, não senti propriamente dor, só um aperto diante da situação. Com Taichinha foi mais rápido, me pegou de surpresa. Mas a Bilili de fato pendurou as chuteiras e botou pra morrer como eu gostaria de fazer na minha hora - parou de comer, depois parou de beber água, achou um cantinho, nele ficou e os sistemas foram parando.

Taichi vai fazer 18 anos em outubro, meu gatão. Não sei como seria/será minha vida sem gatos. As cachorras não aceitariam gatinhos novos, são muito ciumentas. Espero que ele ainda viva muito! Beijos =^^=

Ana Corina disse...

"gosto da ideia budista de que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional" Sim, sim, sim. Tanto que Momoca se foi em meus braços e eu digeri tudo muito bem. Mas Sushi foi atacado por outro cão e teve seu pescocinho de yorkshire - que se acha o Rei Leão - quebrado na minha frente. Partiu tbém nos meus braços, tbém em nosso quintal, tbém embaixo de uma árvore (sua favorita, por sinal, de acerola), tudo como a Moira, mas desta vez eu surtei e não teve Buda, Cristo, Maomé que me fizesse não viver a desesperada dor de uma mãe que sente todas as culpas (outra hora te explico via e-mail se quiseres...) mesmo qdo acredita q a própria noção de culpa ñ existe... Hj faz 7 meses desse dia desesperador e sinto e ouço meu Tutito todo santo dia desde então... Bj e as peludas aceitarão um gatinho sim, basta q seja a hora e o bichano certos.

Sonia Hirsch disse...

Querida, às vezes fica o trauma, por isso não para de doer. Também tive uma gatinha perfurada por um doberman, quando vi estava de espingarda na mão pra matar a cachorra, aí um rompante de lucidez me fez largar, sentar, chorar num ombro amigo.

Onde moro há muitos animaizinhos silvestres. De vez em quando aparece um morto, obra das duas queridas, e fico muito triste. Que fazer, né? Colocar na perspectiva da natureza sempre ajuda... Beijão!

Ana Corina disse...

Nossa, Sônia, aqui tbém foi uma dobbermann, mas o mal dela foi não ter noção da força, o mal do Sushi idem e o meu mal, foi juntar os dois. Depois q o peguei no colo ceguei e só tive lucidez pra dizer pro marido "Pega o Shoyo", pra não serem dois morrendo no mesmo dia, e voamos pro vet só pra saber o que meu coração já sabia: morte quase instantânea (mas o coração fica terminando de bater e a gente tbém ñ quer acreditar...). Não tive um segundo de raiva da cadela, te juro, toda e qq reação ruim guardei pra mim, sabe? Mas o que ajudou foi justamente isso, botar as coisas na perspectivas da Mãe Natureza (e isso usei com a Moira também, pq foi feita eutanásia, só aceitei pq a vet veio aqui pra vê-la e falou 'Ana, a tua cachorra está pedindo pra morrer e vc não deixa').

Bj

Sonia Hirsch disse...

Já me disseram que a caixa craniana do doberman é pequena e que, quando o sangue sobre à cabeça, ele fica privado de pensar, por isso ataca até o dono. É uma raça produzida a partir do rottweiler, né? Pela qual não tenho a menor simpatia. Aliás, gosto mesmo é de viralatas como eu...

Quanto ao apego, queridona, também gosto das ideias budistas a respeito. Que se resumem em duas palavras: tudo passa. Daí a riqueza do aqui agora. Beijos!

Ana Corina disse...

Oi, querida, isso é mais lenda urbana que fato e na verdade o problema é que a raça foi muito popular e comerciantes de animais a procriaram largamente e sem critério. Tem um texto curto e interessante sobre a raça no link http://www.dogtimes.com.br/doberman.htm
Doei a cadela que matou meu Sushi para uma família que mora em sítio e hoje ela convive até com gatos, bastou ter a atenção que demandava (vive dentro de casa) e o trabalho que precisava para gastar energia (de dia toca gado etc.), não a culpo, não. Aliás, nunca culpo os animais por nada, a culpa é sempre do humano envolvido na equação, seja ela qual for. Beijo grande e Buda pra nós, kkkk!