terça-feira, 3 de novembro de 2009

Dicionário da mulher: Cistos nos seios

Alô, stress: muitas mulheres relatam que seus cistos diminuíram ou sumiram depois que pararam de fumar e de tomar café.

Alô, cirurgia: se for extrair um cisto, aplique emplastro de inhame com gengibre durante 15 dias antes da cirurgia. Ele puxa todas as partículas esquisitinhas do seio para perto do cisto. Quando operar, sai tudo junto.

Sintomas suspeitos
secreções saindo dos bicos:
brancas ou esverdeadas podem ser leite fora de hora
esverdeadas ou amareladas podem ser cistos
vermelho-escuras ou pretas contêm sangue, podem indicar um tumor

Sintomas muito suspeitos
caroço no seio ou gânglio inchado nas axilas, doendo ou não
secreção clara ou sanguinolenta nos bicos
bico retraído, meio afundado ou descamando
alteração no contorno de apenas um dos seios, para fora ou para dentro
pele do seio inchada e grossa, parecendo casca de laranja
veias superficiais de um seio mais proeminentes que as do outro

Larva: e se for, como tratar?
Se a larva estiver viva, há como iden­­tificar várias espécies delas através de exames de sangue, caros e demorados. Tomo­gra­fias e ressonâncias magnéticas também podem apresentar alguma coisa. Mas o que vem dando mais resultados é o Omura Test, ou Ring-O-Test, método desenvolvido por um médico japonês, dr. Yoshiaki Omura, que utiliza a cinesiologia aplicada, obtendo respostas do timo através da força muscular.
Difundido no Brasil pelos agentes da Pastoral da Saúde, o método ficou conhecido como Bioenergético ou Bidigital. Muitos acupunturistas o empregam, e os relatos apresentados em vários congressos médicos parecem indicar que esse teste é uma revolução total quanto a diagnósticos: simples, eficiente e barato. Dá pra acreditar?

Uma larva viva pode ser deslocada, do seio ou de qualquer outro lugar, aplicando-se na região duas ou três compressas de argila durante duas horas cada (uma por dia). A argila obriga a larva a fugir para os intestinos, de onde será eliminada com vermífugos apropriados. Uma larva morta já é outro caso – pode ser reabsorvida pelo organismo, pode calcificar, pode virar um antro de bactérias, fungos, vírus e células degeneradas em meio líquido ou sólido. Por isso é que cada vez mais médicos e cientistas estão considerando que combater a verminose é vital na prevenção do câncer.

Auto-exame dos seios: você sabe apalpar?
Como diz a médica Stella Marina, niguém espera que você seja capaz de fazer um diagnóstico preciso sobre algo que descobriu no auto-exame. Mas deve pelo menos conhecer seu próprio corpo – e ser capaz de reconhecer uma coisa que não estava ali no mês passado.

Se a menstruação está perto, espere. O ideal é fazer o auto-exame cinco a sete dias a partir do primeiro sangramento, mas até duas semanas tudo bem. A partir daí é normal aparecerem coisinhas que somem com a menstruação.

Em pé diante do espelho, olhe tudo: tamanho dos seios, cor, marcas novas; olhe de novo com as mãos nas cadeiras e com as mãos na nuca. É completamente normal ter um seio maior que o outro e os bicos apontando em direções diferentes.
No chuveiro, ensaboe os seios. Também pode ser fora dele, com creme hidratante ou óleo de amêndoas.

. Com a mão esquerda atrás da cabeça, examine o seio esquerdo com a mão direita. Mantenha os dedos juntos e apalpe num movimento circular, como se o seio fosse o relógio e sua mão o ponteiro parando de hora em hora; comece no alto e dê a volta, sempre com uma pressãozinha para ver se sente alguma coisa. Voltou? Repita, fazendo um círculo menor, de modo a tocar a área interna, e continue repetindo o círculo até chegar no bico.

. Agora examine a área lateral do corpo, junto ao seio e debaixo do braço, porque ela tem tecidos do mesmo tipo e gânglios que inflamam quando alguma coisa não vai bem. Acabou? Faça tudo de novo com o outro seio, a mão direita pousada na nuca, a mão esquerda examinando o seio direito.

Relaxe na cama para o último exame. Esprema os seios, como se fosse tirar leite deles, para ver se há secreção – ordenhando o seio todo e não só o bico.

. Agora, deitada de costas, ponha um travesseiro debaixo do ombro direito e a mão direita na altura da cabeça; examine o seio direito com a mão esquerda. Depois repita, pondo um travesseiro debaixo do ombro esquerdo e a mão esquerda na altura da cabeça enquanto a direita examina o seio esquerdo. Mas neste exame você já não vai fazer movimentos circulares, e sim uma varredura vertical inventada por Henry Pennypacker para cobrir 50% mais área do que o exame circular.

Para isso você usa a polpa (e não a ponta) dos três dedos médios da mão, que são os mais sensíveis, percorrendo uma trama de linhas verticais que:

. começa pelo lado do corpo, quatro dedos abaixo dos seios, e sobe até as axilas
. desloca-se um centímetro para dentro e desce até quatro dedos abaixo dos seios
. desloca-se um centímetro para dentro e sobe, passando pelo macio ao lado das axilas e continuando até o osso do ombro
. desloca-se um centímetro para dentro e desce, agora já por cima do seio
. desloca-se um centímetro para dentro e sobe... e mais um centímetro e desce...

…e assim por diante, até varrer o seio todo e chegar ao osso central do peito. Aí bota o travesseiro debaixo do outro ombro e faz tudo de novo.